A noite já estava plena, hoje eu não vou chorar, debates e visões sobre imagens, que se dá pra imaginar, mas no suspiro de um segundo, o cão não deixou eu sentar.
Sentados nos reunimos para iniciar a conversação, todos formando uma roda, com um lindo texto em mãos. Impresso em brancas folhas, de início uma história bem chata, que na verdade era um poema que falava de uma jornada. Poucos minutos se passaram, e lá vamos de apresentação, no meio de tanto seminário e desistência, a professora disse: - Não. Pelo menos desta vez, desistir não é a opção, depois de andar em círculos e lutas de alto astral, a turma chega em casa e só lembra que pegou no pau.
Meus queridos amigos, essa procura que estás vendo agora, não é a mesma procura que vistes outrora. Pois quem procura sempre acha, e aquele que nunca procura as vezes nunca se encaixa. Por todo trabalho feito em cima dessa procura queiram nos desculpar nas falas dessa criatura, tempo, espaço, horas e histórias, aqui começa e aqui termina a procura do eu agora. Aos que chegam muito bem vindos, aos que saíram, muito boa sorte, aos que permanecem é luta! E aos que nunca procuram que Deus conforte. Evoé
Tendo em minha própria consciência, que consciência corporal seja o auto conhecimento do meu próprio corpo, Chego a conclusão de que seja minha história, meu corpo, pessoa e eu. Meus limites, minhas fraquezas e minhas proezas, sigo em minha própria reflexão, do que pode meu corpo. O que pode o seu corpo? Viver em si, é um ato de resistência, aprendendo a sobreviver dentro de uma própria potência. Ter forças para se levantar e aprender consigo, que o nosso maior inimigo mora no próprio umbigo. Ser todo dia bombardeado, por qualquer publicação, gera incômodo, desconforto e uma grande desilusão. Somos ensinados a odiar nossos próprios corpos nessa roda gigante que é a vida, porém se existe uma desconstrução, ela será a grande saída. O que pode o seu corpo?
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